BLOG DO ENG. ARMANDO CAVERO MIRANDA -BRASIL


MACHUPICHU MARAVILHA DO MUNDO

"Two things are infinite: the universe and human stupidity; and I'm not sure about the the universe." ALBERT EINSTEIN - “SE SEUS PROJETOS FOREM PARA UM ANO,SEMEIE O GRÂO.SE FOREM PARA DEZ ANOS,PLANTE UMA ÁRVORE.SE FOREM PARA CEM ANOS,EDUQUE O POVO.” "MATH IS POWER TO CHANGE THE WORLD AND THE KEY TO THE FUTURE" 'OBRIGADO DEUS PELA VIDA,PELA MINHA FAMILIA,PELO TRABALHO,PELO PÃO DE CADA DIA,PROTEGENOS E GUARDANOS DE TODO MAL"

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

MEDALHA FIELDS 2014 TEM BRASILEIRO,UM PERUANO,NORTEAMERICANOS E MULHERES (FORTES CANDIDATAS)NA LISTA DE MATEMÁTICOS

Iraniana Maryam Mirzhakani (37), da Universidade de Stanford
A francesa Sophie Morel, actualmente em Princeton
O PERUANO Harald Helfgott
El matemático peruano acaba de hacer historia al hacer pública su demostración de un enunciado de importancia central en teoría de números: la conjetura débil de Goldbach. Este resultado (del que seguramente oiremos más en el futuro) viene a coronar una trayectoria académica de ensueño. A sus 35 años, Helfgott ya se ha hecho acreedor, entre otras distinciones, del Premio Leverhulme, otorgado por la Fundación Leverhulme, del Premio Whitehead, otorgado por la Sociedad Matemática de Londres, y del Premio Adams, otorgado por la Facultad de matemáticas de Cambridge y el St. John’s College. Vive actualmente en París y se desempeña como investigador en el CNRS (Centro Nacional para la Investigación Científica).
O BRASILEIRO ArturÁvila é o mais recente wunderkind do prestigiado IMPA, a Escola de Matemática fundada no Rio de Janeiro por Maurício Peixoto e Jacob Palis nos anos 60, e é Director de Investigação no CNRS. Especialista em Sistemas Dinâmicos.
 Provavelmente o candidato cientificamente mais forte é Manjul Bhargava, americano de origem indiana, de Princeton. Bhargava realizou enormes e inesperados avanços num programa de investigação de grande alcance em Teoria de Números conhecido como conjectura de Birch e Swinnerton-Dyer, um dos Problemas do Milénio de um milhão de dólares.

 O Congresso Internacional de Matemáticos, maior evento da matemática mundial, que começa nesta quarta-feira (13), em Seul, Coreia do Sul, terá situações inéditas envolvendo o Brasil. Esta será a primeira vez em que quatro matemáticos do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) participarão como palestrantes, dentre os cerca de 4,5 mil pesquisadores de centenas de países que apresentarão as novidades produzidas nos últimos anos na área. O brasileiro Artur Avila, do Impa, também é cotado para receber uma das quatro Medalhas Fields, reconhecimento equivalente ao Prêmio Nobel da matemática.
O diretor-geral do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), César Camacho, informou que, desde a criação do evento, em 1897, 14 pesquisadores brasileiros já foram convidados a proferir palestras, mas nos eventos anteriores, os brasileiros nunca haviam passado de dois.
“Em termos comparativos com as melhores instituições do mundo, poucas têm esse número de palestrantes”, comentou ele, ao ressaltar que dos 14 palestrantes brasileiros que já participaram do evento, 13 eram do Impa e um da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Os quatro pesquisadores brasileiros do Impa que vão participar como palestrantes nesta edição são: Fernando Codá (geometria diferencial), Carlos Gustavo Moreira (sistemas dinâmicos), Mikhail Belolipetsky (topologia) e Vladas Sidoravicius (probabilidade).
A outra novidade será a confirmação do Brasil como sede da edição de 2018. Com isso, o Brasil será o primeiro país do Hemisfério Sul a sediar o evento, que acontece de quatro em quatro anos. O Congresso será no Rio de Janeiro e, para o diretor-geral do Impa, a escolha do Brasil representa um reconhecimento internacional da pesquisa em matemática produzida no país. “A matemática brasileira vem se expandindo de maneira regular nos últimos anos. Ela está tendo um desenvolvimento muito satisfatório e espera-se que em um futuro imediato e a longo prazo esse crescimento venha a ser tão contundente a ponto de colocar o Brasil entre os melhores países do mundo,” comentou ele. “Mas é necessário diversificar as áreas que o Brasil pratica em matemática”, concluiu.


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